Fanny desvalorizada pela irma de Joao M. e amigos

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Falsa e desonesta. São alguns dos “carinhos” que a irmã do menino do Algarve, Patrícia Mota, usa para descrever a jovem. Só quer que ele se afaste dela. “Ela é uma falsa” começa por dizer Patrícia Mota “Como é que ela pode estar apaixonada pelo meu irmão e depois vir dizer que é apenas um jogo. Ou está a brincar com o João ou é realmente uma pessoa muito desonesta e hipócrita… ainda para mais com namorado cá fora”, continua “Acho que ela só está a fazer aquilo para que Portugal goste dela, mas saiu-lhe o tiro pela culatra. O meu irmão não se vai envolver com ela e o namorado que ela tinha cá fora já está perdido. Tanto quis e agora não vai ter nada”.

“Ele é um exemplo de rapaz. Pode ter achado que a Fanny era semelhante, mas está a ser enganado. Ele não vê o mal dela” E se ele se apaixonar por ela? “Só espero que não. Ele tem é que saber jogar, e afastar-se dela” até porque ele não foi à procura de uma cara-metade “Foi para se divertir”. Sobre o passado do irmão, confessa “Sim, ele teve uma namorada, mas acabou. Conheci-a e até a tinha em boa conta” Por que acabaram? Pela violência doméstica? “Nunca me apercebi de nada. Ele a mim só me disse bem dela… até ao fim. Se é verdade que ele passou por alguma coisa, só ele poderá dizê-lo. É uma fase da vida dele que se calhar não quer recordar, ou só o fará quando chegar a altura certa.”

Marfim, amigo de João há seis anos, esteve na festa de aniversário que a família organizou na pastelaria Cake Shop Riviera, em Albufeira, para, mesmo à distância, lhe dar força e apoio. “Gostava de lhe mandar um abraço de amigo, que é o que lhe está a faltar. Lá dentro, nunca sabemos até que ponto os outros concorrentes estão a jogar ou se é verdadeira amizade”, refere Martim. Para o amigo, Fanny é apenas um apoio que “foi muito importante na primeira semana de programa” e mesmo “cá fora” nunca vai passar de uma amiga. “Ela apoiou-o bastante quando ele estava com dificuldades de adaptação. Mas agora não percebemos até que ponto o faz. Ela, no confessionário é uma pessoa, mas no jogo, com o João, já é outra. Não sabemos qual é a verdadeira Fanny”, dispara.

Bruno Rodrigues e João M. conheceram-se há 11 anos, quando entraram para o ano, e chegaram a praticar karaté juntos. “Confio no que ele diz a respeito da Fanny, que é jogo e estratégia, e acho que não há mais nada além disso”, afirma. Mas será incapaz de se envolver com a princesinha de Oliveira de Azeméis? “Não há impossíveis, mas só o tempo é o dirá. Porque, se o João tiver espaço no seu coração, ele pode envolver-se com alguém dentro da casa.”

Já o amigo António Miguel acredita que João “vai ganhar o programa”, mesmo que Fanny não o deixe brilhar mais. A Fanny é o grande apoio dele, mas podia deixá-lo conviver mais com as outras pessoas, faz parte do jogo. E só Fanny, Fanny… já é um exagero e uma grande pressão”, diz António

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